Mostrar mensagens com a etiqueta coisas minhas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta coisas minhas. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 18 de maio de 2026

Cores da primavera

Sempre gostei de fazer fotos. Em princípio fotógrafo (quase ) tudo o que vejo, para não esquecer o que vi e para mais tarde me lembrar daquele instante ou daquele sítio.
Fotografar é muito mais que só carregar num botão.
 Então decidi ir aprender a utilizar da melhor maneira meu aparelho. 
Com a ajuda da minha vizinha que tem por hobby a fotografia, vou aprendendo.
 De vez em quando saímos as duas com nosso material, e lá vamos nós pelos caminhos a procura de algo para memorizar na máquina.



Aqui vos deixo algumas fotos, a maioria são do meu jardim.










 

segunda-feira, 13 de abril de 2026

O Mercado Ferroviário de Maeklong na Tailândia é único, pois o trem passa bem pelo meio dele.


 
 
  

Em seus primórdios, era o local preferido dos moradores para comercializar produtos agrícolas e bens de consumo. Sua atmosfera vibrante e seu papel central na vida cotidiana dos moradores transformaram rapidamente Maeklong em um importante centro comunitário.

 

 

A história de Maeklong mudou quando o governo tailandês decidiu expandir a rede ferroviária para melhorar as conexões de transporte em todo o país. Em vez de realocar o mercado para dar lugar à ferrovia, os vendedores demonstraram notável adaptabilidade, permitindo que os trilhos passassem diretamente pelo mercado.

 

Essa decisão ousada permitiu que os vendedores capitalizassem a proximidade dos trilhos para atrair viajantes. Também transformou o mercado em uma fascinante atração turística, atraindo visitantes locais e internacionais ansiosos para vivenciar a coexistência harmoniosa de um mercado movimentado e uma ferrovia ativa.

 

 

O ponto alto de qualquer visita ao Mercado Ferroviário de Maeklong é o momento em que o trem passa lentamente. Comerciantes e compradores se retiram rapidamente, as barracas são desmontadas com precisão cirúrgica e tudo volta ao normal assim que o trem passa.
 

A foto onde se vê o comboio a passar foi retirada da net. 

quinta-feira, 26 de março de 2026

a camarinha, uma joia rara nas paisagens litorais

A camarinha, da família das Ericaceae, é uma joia rara nas paisagens litorais. Apelidada de tesouro português pelo naturalista Andrada e Silva em 1815

Arbusto de folha duradoura, a camarinha é presença frequente em sistemas dunares e arribas rochosas, pinhais e zimbrais 

A camarinha tem uma longa história de uso pelas comunidades locais. Tradicionalmente, os seus frutos, as pérolas do Atlântico, eram colhidos e consumidos frescos, como aperitivos, mas também utilizados na preparação de limonadas, na produção de licores e doces típicos, como compotas ou geleias, e mesmo biscoitos. Culturalmente, é frequentemente associada a tradições locais e festividades. 


 Presente em lendas e cantigas populares portuguesas, destaca-se uma de autor desconhecido na qual o fruto representa as lágrimas da rainha Santa Isabel que chorava pelos pinhais de Leiria em busca de D. Dinis.

quinta-feira, 5 de março de 2026

Lamalou-les-Bains, vila termal



Estou há quase há duas semanas em Lamalou-les-Bains em cura termal. Tentando recuperar com tranquilidade desta hérnia discal cervical. Procurando outras medicinas que a tradicional. Esta tem seus limites e é muito quimica.
Uma cura termal dura três semanas, 6 dias sobre 7, é muito intensa. Hoje foi o décimo dia.


                                             

                                                 

Lamalou les Bains, pequena vila do sul da França, povoada de 23089 pessoas, é uma vila termal reputada pela qualidade das águas termais, cujas virtudes terapêuticas foram realçadas pelo Dr. Charcot, faz de Lamalou-les-Bains um dos poucos centros termais franceses a tratar simultaneamente a Neurologia e a Reumatologia.



Especialização médica em: Fibromialgia, Esclerose Múltipla, Doença de Parkinson, Doença de Charcot-Marie-Tooth, sequelas pós-poliomielite, Síndrome das Pernas Inquietas e sequelas pós-AVC, graças a sólidas parcerias construídas ao longo de muitos anos com associações de doentes e hospitais.


um serviço de atendimento totalmente dedicado a pessoas com mobilidade reduzida, oferecendo um apoio personalizado em toda a sua jornada de cuidados.



Ao contrário de muitas cidades termais, Lamalou-les-Bains não tem origens romanas.
A descoberta de algumas das nascentes ocorreu durante a escavação de túneis de minas nos séculos XI e XII.


Conta a tradição que um camponês que sofria de dores se banhou na piscina lamacenta formada por estas águas e sentiu um alívio significativo do seu mal.




Entrada principal das termas









O rio principal l'Orb.

 




A piscina romana...é nela onde acabo cada dia de cura, relaxando nesta água quentinha.



Vos deixo este cheirinho a primavera

domingo, 11 de janeiro de 2026

Um mundo às avessas...




 Enquanto antes pensávamos que o perigo iria vir da Rússia ou da China. Hoje está-

se a ver que será provavelmente dos EUA. Quem o diria ? 

sábado, 3 de janeiro de 2026

Clermont-Ferrand, 3 de janeiro


 


Vivemos num mundo gerido por malucos perigosos, devem fazer parte de uma

 mesma associação.

Querem ser os donos deste planeta e nós o pequeno povo ficar a ser escravos, as

 marionetas do costume.

Meus pensamentos de hoje.


sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Clermont-Ferrand, 2 de janeiro

 

Depois de uma noite fria com temperaturas negativas ( -7 ), o sol voltou esta tarde.

Aproveitei para ir caminhar, por aqui no bairro onde vivo. Vivo em Clermont-Ferrand.

Aqui vai um pouco sobre esta cidade, situada a 450 km a sul de Paris, a 350 km de Bordéus. Situa-se quase no centro da França



Ao longe em frente podemos ver o Puy-de-Döme, um vulcão que deu seu nome a este departemento 


Hoje ao pôr da noite, por aqui pertinho de onde vivo.




Uma cidade bem desservido, com o tramway. 



Clermont-Ferrand, importante centro universitário e de pesquisa francês,

 abriga mais de 40.000 estudantes....um quarto da população da cidade,

 e 6.000 pesquisadores, sendo a primeira cidade francesa a integrar a

 Rede de Cidades de Aprendizagem da UNESCO. 

Com uma longa tradição industrial, uma das duas maiores fabricantes de

 pneus do mundo, Clermont-Ferrand também possui forte presença nas

 indústrias farmacêutica, alimentícia e aeroespacial. A cidade é sede de

 três pólos de competitividade.




terça-feira, 2 de setembro de 2025

Prisioneira no meu corpo



 

Prisioneira neste corpo de dor

um corpo cansado 
que só pedia descanso e repouso
dias e noites sem o controlar
esperando alguma acalmia no dia seguinte
que não vinha.
deixei consumi-lo com a dor
até ficar em cinzas
e delas espero renascer mais forte

A alma andava cansada desta vida
e foi a maneira de  dizer "já chega!"
Ouvi-a 

Ainda não estou recuperada
mas em bom caminho
espero....

Lena

quarta-feira, 6 de agosto de 2025

Passando pelo o Porto








 

Vos deixo todo o meu carinho com um forte abraço 
e desejo-vos tudo de bom

 

quarta-feira, 4 de junho de 2025

A beira do precipício


 Como  está a vida Lena ?

Está mesmo péssima. Estamos à beira dum precipício. 
O povo quer mudanças, mas que mudanças ?
 Estamos a voltar cem anos para trás. A história a repetir-se.
 E o povo está cego e surdo. Não vê o perigo à porta.
 Está a ir contra um muro.
 Está na moda votar na extrema direita. 
Que absurdo ! 
Eu não vou nessa onda.
Até os que emigraram votam neles. 
Há coisas que não consigo perceber.

sexta-feira, 9 de maio de 2025

Antes é que era bom !?

 

Será que antes é que era bom !?

Quando o analfabetismo era alto
não havia pão na mesa
muitos andavam descalços
a mortalidade infantil era demais
ir ao médico era um luxo
o dinheiro era escasso
 muitos emigraram de salto
muitos ficaram pelo o caminho
havia guerras no ultramar
e muitos não voltaram
Antes era bom em que ?
não havia liberdade de expressão
a PIDE estava em todo sitio
muitos foram levados
torturados e mortos
quem trabalhava ganhava uma miséria, 
era escravidade
havia o trabalho infantil
não havia luz nas casas, nem casas de banho e água corrente
também não havia férias, e poucos carros pelas as poucas estradas

Muitos têm a memória curta

Eu fui para França com 6 anos,  meu pai me falava sobre isso. Sobre como era  a vida nesses tempos. Hoje continuo a falar sobre isso aos meus netinhos, para que não se apague a memória desses tempos. Tempos que não desejamos por nada.



Uma foto desses tempos tão difíceis da Nazaré, retirada da net.

A barca “Maria Eulália” da Nazaré, aqui vista em toda a sua pujança nos seus tempos de actividade até ter tido a sorte de após o abandono, via “evolução” dos tempos, ter sido recuperada para assentar permanentemente no exterior do Museu de Marinha em Belém.. Ei-la que parte carregada de homens e rede da arte xávega. É uma foto de Artur Pastor por alturas dos anos 50 do séc. XX.

quarta-feira, 23 de abril de 2025

Longa ausência...

 Nestes meses passados estive quase o tempo todo no meu Sítio. No meu Sítio não tenho net, nem pc. Por isso esta minha longa ausência.

Os meses de fevereiro e março foram ruins. A chuva e o vento não tiveram acalmia. A umidade e o frio se fizeram sentir. Um inverno como aqueles de antigamente diziam os nazarenos. 
Mesmo assim está-se bem naquele sitio maravilhoso. Ouvir o vento passar pelo tecto da casa e ao longe o mar bravo, é algo fascinante.



Vou tentar voltar a escrever no meu blog com mais assiduidade. 
Muito obrigada a tod@s que por aqui passam.

domingo, 12 de janeiro de 2025

Nascente do rio Mondego na Serra da Estrela





O rio Mondego tem um comprimento aproximadamente de 258,3 km. A sua nascente situa-se na serra da Estrela, no sítio de Corgo das Mós (ou Mondeguinho), freguesia de Mangualde da Serra, Município de Gouveia, a uma altitude de cerca de 1 525 m


Origem do nome

Os romanos chamavam Munda ao rio Mondego. Munda significa transparência, claridade e pureza. Nesses tempos as suas águas eram assim. Ao longo da Idade Média o rio continuou a chamar-se Munda.



Devido à sua importância ecológica como zona húmida de nidificação e/ou de alimentação de numerosas espécies de aves aquáticas, o Estuário do Mondego foi classificado como sítio da Convenção de Ramsar,[ um habitat de importância internacional, não só pelas mencionadas espécies de aves, mas também pela existência de espécies piscícolas migratórias, como a lampreia, o sável e a savelha. 








O texto foi retirado da Wikipédia.