


Em seus primórdios, era o local preferido dos moradores para comercializar produtos agrícolas e bens de consumo. Sua atmosfera vibrante e seu papel central na vida cotidiana dos moradores transformaram rapidamente Maeklong em um importante centro comunitário.
A história de Maeklong mudou quando o governo tailandês decidiu expandir a rede ferroviária para melhorar as conexões de transporte em todo o país. Em vez de realocar o mercado para dar lugar à ferrovia, os vendedores demonstraram notável adaptabilidade, permitindo que os trilhos passassem diretamente pelo mercado.
Essa decisão ousada permitiu que os vendedores capitalizassem a proximidade dos trilhos para atrair viajantes. Também transformou o mercado em uma fascinante atração turística, atraindo visitantes locais e internacionais ansiosos para vivenciar a coexistência harmoniosa de um mercado movimentado e uma ferrovia ativa.
O
ponto alto de qualquer visita ao Mercado Ferroviário de Maeklong é o
momento em que o trem passa lentamente. Comerciantes e compradores se
retiram rapidamente, as barracas são desmontadas com precisão cirúrgica e
tudo volta ao normal assim que o trem passa.
A foto onde se vê o comboio a passar foi retirada da net.

Lamalou les Bains, pequena vila do sul da França, povoada de 23089 pessoas, é uma vila termal reputada pela qualidade das águas termais, cujas virtudes terapêuticas foram realçadas pelo Dr. Charcot, faz de Lamalou-les-Bains um dos poucos centros termais franceses a tratar simultaneamente a Neurologia e a Reumatologia.
um serviço de atendimento totalmente dedicado a pessoas com mobilidade reduzida, oferecendo um apoio personalizado em toda a sua jornada de cuidados.
Entrada principal das termas
Aqueles que me têm muito amor
Não sabem o que sinto e o que sou ...
Não sabem que passou, um dia, a Dor
À minha porta e, nesse dia, entrou.
E é desde então que eu sinto este pavor,
Este frio que anda em mim, e que gelou
O que de bom me deu Nosso Senhor!
Se eu nem sei por onde ando e onde vou!!
Sinto os passos da Dor, essa cadência
Que é já tortura infinda, que é demência!
Que é já vontade doida de gritar!
E é sempre a mesma mágoa, o mesmo tédio,
A mesma angústia funda, sem remédio,
Andando atrás de mim, sem me largar!
se a ver que será provavelmente dos EUA. Quem o diria ?
Depois de um tempo longe do meu blog, irei voltar pouco a pouco.
Prisioneira neste corpo de dor