sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Acorda-me



Entre dois lençois de cetim

retirastes com subtileza minhas rendas

descobrindo a nudez da minha pele

branca como neva, macia como seda

penetrastes-me do teu olhar doce e profundo

percorrestes seios e vales dos teus dedos

fazendo germinar desejo e paixão

fizestes ressurgir fantasmas e fantasias esquecidas

e explodir, este vulcão adormecido.


6 comentários:

poetaeusou . . . disse...

*
a erupção
dos sentidos
vividos
no cetim do teu olhar,
,
conchinhas de encanto, deixo,
,
*

Lena disse...

poetaeusou,

é para alegrar
para dar cores
a estes dias cinzentos

um beijo

Duarte disse...

Sensualidade...
Como podes dizer que está adormecido, se noto-o em plena erupção?!
Um abraço

poesianopopular disse...

Lena

Quanto prazer pode jorrar
Pelo corpo esguiu de um vulcão
Parecendo tudo querer arrebatar
Prolongando quanto pode s diversão.

Bjo amiga

Lena disse...

duarte,

não te fies a aparência
sou mesmo como esse vulcão, que, quando entre em erupção torna se perigoso..

um beijo

Lena disse...

poesianopopular,

muito prazer pode jorrar
pelo corpo esguiu de um vulcão

O que me fez escrever estas linhas foi a ver todos os dias, quando vou trabalhar, este "meu" vulcão: le Puy-de-Dôme...sempre lindo,mudando de casaco conforme a estação do ano...

um beijo José