segunda-feira, 11 de novembro de 2013

O Natal a porta...


O Natal foi sempre um dia cheio de magia. Deveria ser sempre aquele dia em que todas as crianças ficassem com os olhos a brilhar, alegres e  felizes. Quando era pequena esse Pai Natal sempre me decepcionou, nunca soube ler nos meus sonhos. Até cheguei a escrever-lhe para não se esquecer de mim. Mas ao final o resultado era sempre o mesmo.
Estes anos passados essa festa passou a ser muito comércial, sem espirito, ficou sem alma. Perdeu-se nos tempos e no coração dos homens e das crianças.
Com esta crise, vamos ter de fazer cortes, serão nos brinquedos, mas tambem no vestir e na comida. Será um Natal sem "trema" como diria aqui em França.
Vamos retornar aos tempos mais antigos...Vai ser uma festa triste para muitos.  Quero é que esse dia passe depressa; é sempre um periodo do ano dificil  a ultrapassar. A solidão se fera ainda muito mais sentir.

3 comentários:

poetaeusou . . . disse...

*
Lena
e reapereço
com as castanhas de S.Martinho,
quentes e boas, a lembrar, sim,
o Eterno Calor do Natal !
,
um belo dia de claro
e Nazareno Sol,
deixo-te,
*

Lena disse...

Que bom te ver por aqui Poeta da Nazaré !
e com castanhas quentinhas...adoro...

Senti o Sol e a Maresia do Mar Nazaré...saudades...

Beijinhos

Duarte disse...

Então sim, coberto pela ingenuidade do ser, hoje apenas lembro e palideço, acabou por embeber-se de materialismo para converter-se em negocio, avivando-me a chama do repudio.
Querida amiga, só são coisas minhas
Para ti, como sempre, um grande abraço e que tenhas um Bom Natal