sábado, 27 de fevereiro de 2010

Ficarei na rocha do tempo á tua espera


Eu sonhei tanto tanto que meu corpo pedia o teu...
ao nascer do dia
e á noite
e era tudo tão natural e real...
que o mais triste era acordar ...
e não sentir teus lábios, teu sorriso, tuas mãos...

Mesmo distante sintia tua presência

Mesmo que te vás ...
nunca te vou esquecer
senti contigo o que nunca tinha sentido

Como gostava de chamar-te amor...
poder sentar-me na areia
e ver o mar
e depois amar-te em sonho
com a mesma beleza que o mar enrola na areia

7 comentários:

poesianopopular disse...

Lena
Não à dúvida que o sonho comanda a vida, e melhor, não tem os espinhos da realidade.
Um beijo amiga.

Ofarol disse...

Lena
Como é bom sonhar
pior é acordar...
não sentir o mar
mas sempre amar...

Beijos

alvaro de oliveira disse...

Olá, Lena!

Que se poderá dizer do sonho
quando tão apaixonadamente marcado pelo amor?
A vivência do instante
ou a lembrança que fica do que já foi, do que é, quiçá, do que há-de ser...
a constante fruição do prezer sobre a coisa amada, obedecendo ás catedrais da beleza, ao ritmo do teu poema, ao ritmo do sonho, ao ritmo do amor.

Um beijo Lena.

Fernando Santos (Chana) disse...

Olá Lena, belo texto...Espectacular....
Beijos

Duarte disse...

Versos que parecem melodias... até a música acompanha!

Beijinhos

Mar Arável disse...

Muito terno esse desejo

Os sonhos também se conquistam

Bj

Nilson Barcelli disse...

Gostei do poema.
Vou ler mais...
Beijo.