quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Aïe Portugal, Portugal


Pelas estradas aos saltinhos

com bermas inacabadas

pequenas casinhas convivem

com casas majestosas

onde a pobreza e a riqueza se tocam

onde o egoismo não deixa de existir

la vão eles as romarias

para esquecer as dificuldades do dia a dia

sofrem as escondidas

sempre alegres ao exterior

sempre a mesa cheia para acolher

o estrangeiro

Aie, Portugal, Portugal

quando vais acordar

destes homens sem coração

que te estão deixando morrer.



Com estas linhas vos deixo, pois este blogue vai estar de férias.

Este blogue ainda é novinho, mas vossos comentarios o enriquece dia apos dia.

Vos agradeço do fundo do meu coração pela simpatia que aqui teem deixado, pelo o tempo dado a ler-me e a comentar.
O que escrevo é coisa simples mas é com muito gosto.

Até breve !

Beijinhos.....

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

De cima da minha falésia



De cima da minha falésia,
a noite oiço o vento gritar
são os lamentos das vidas perdidas
as vozes dos tempos passados
Rafales passam por cima do telhado
Mais tarde o vento se acalma
e oiço as ondas do mar
as sereias a cantar
A noite acaba por se ir deitar
cansada de ouvir tanta dor
dos tempos passados
e deixa o lugar a luz
a luz do dia
abro minha janela
e vejo a gaivota
voando
em total liberdade